Hoje peguei na zefa e fui até Fafe para tirar umas fotos ao Parque Eólico. Acabei por me esquecer da máquina fotográfica, mas isso era só um pormenor.
Ao chegar lá reparei que havia policia a controlar o trânsito e depois vim a reparar que estavam a decorrer treinos para o Rally Futebol Clube do Porto:
Foi uma espécie de momento nostálgico que me fez lembrar de alguns bons momentos, e que alguém também deseja reviver:
Não costumo copiar “postas”, mas esta do Artur Carvalho merece.
Discussão entre Manuel Moura Guedes e Marinho Pinho no jornal nacional. LINDO!:
Em tempos coloquei aqui uma espécie de comparativo sobre dois ratos: Logitech Nano VX vs Microsoft Presenter Mouse 8000.
5 meses depois posso garantir que o Rato que entretanto escolhi, o Microsoft é um excelente… pisa-papeis!
As especificações são de facto boas, mas a fiabilidade é péssima. Tem muito lag, o ponteiro nem sempre obedece aos movimentos e muitas vezes quando obedece parece que vem de reboque com uma cordinha.
Está oficialmente encostado. Se me tivesse saído do bolso posso dizer-vos que eram 80€ deitados ao lixo.
P.S.: Ah!… esqueci-me de referir um pormenor. Revelou-se uma máquina de comer pilhas. Alcalinas normais duram 1 semana se forem das mesmo boas. No Logitech chegam a durar meio ano.
O Safety Car atira-se literalmente para o meio da pista desrespeitando toda e qualquer regra de saída das boxes em provas de automobilismo. Surreal!
Numa pequena vila e estancia na costa sul da França, chove, e nada de especial acontece. A crise sente-se. Toda a gente deve a toda a gente, carregada de dividas.
Subitamente, um rico turista russo, chega ao foyer do pequeno hotel local. Pede um quarto e coloca uma nota de 100€ sobre o balcão, pede uma chave de quarto e sobe ao 3º andar para inspeccionar o quarto que lhe indicaram, na condição de desistir se lhe não agradar. O dono do hotel pega na nota de 100€ e corre ao fornecedor de carne a quem deve 100€, o talhante pega no dinheiro e corre ao fornecedor de leitões a pagar 100€ que devia há algum tempo, este por sua vez corre ao criador de gado que lhe vendera a carne e este por sua vez corre a entregar os 100€ a uma prostituta que lhe cedera serviços a crédito. Esta recebe os 100€ e corre ao hotel a quem devia 100€ pela utilização casual de quartos à hora para atender clientes.
Neste momento o russo rico desce à recepção e informa o dono do hotel que o quarto proposto não lhe agrada, pretende desistir e pede a devolução dos 100€. Recebe o dinheiro e sai.
Não houve neste movimento de dinheiro qualquer lucro ou valor acrescido. Contudo, todos liquidaram as suas dividas e os elementos da pequena vila costeira encaram agora o futuro com um renovado optimismo.
Há espertos em alta finança que chamam a isto economia.